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quinta-feira, abril 26, 2012

Salários no Governo e nas empresas do estado

Antes demais até acho que os nossos governantes ganham pouco para o "trabalho" que é governar um país...

(este post está um pouco confuso, com governo e gestores ao molho, mas as ideias é que contam)

Aquilo que não se gasta nuns gasta-se noutros, nos Boys como se chamam normalmente, e que mudam a cada legislação... nunca tem fim, as indemnizações que têm de ser pagas façam ou não bom trabalho, temos de acabar com esta "teta".


Os valores dos vencimentos dos órgãos públicos devem estar indexados ao salário mínimo nacional.


Acho que o salário mais alto devia de ser do Presidente da Republica, seguido do 1º Ministro e assim sucessivamente no governo e deputados e gestores.


Devia existir um limite máximo para qualquer salário dentro das empresas do estado (e que seja cumprido, ou seja, que passe do papel à luz do dia), até posso admitir que o presidente de qualquer empresa do estado possa ganhar mais mas nunca mais do dobro, mas em algumas empresas que sejam vitais para a soberania de Portugal e bem estar das populações (tais como agua, energia, transportes, estradas e pelo menos 1 banco), e a este vencimento juntar um prémio anual.

O prémio pago no final do ano fiscal, seria sempre por objectivos e sempre ligado aos lucros/resultados que a empresa tivesse no ano passado.

Todos os subsídios e limites de cartões de credito têm de ser contabilizados e não podem passar de uma percentagem do valor do vencimento mensal.

Quando os contractos assinados cessarem e para valores acima, por exemplo, do vencimento do 1º Ministro não devem ser pagas qualquer indemnização.

Todos os "altos" funcionários do estado têm de ser culpabilizados pelas suas politicas e em especial se forem danosas.

Os subsidio pagos aos deputados têm de ser revistos... não se pode pagar "casa" aos deputados que estão fora dos seus círculos eleitorais quando também (e por exemplo) não se paga a casa a um professor quando este tem de ir leccionar fora da seu distrito. Que se compre ou construa um "condomínio" onde todos os deputados que têm de sair das suas casas para exercer os seus deveres políticos na Assembleia da Republica possam viver sem mais gastos desnecessários.


Alguns dirão que assim os "bons" gestores fogem todos para o privado, e a isso eu digo, que aqueles que ficarem são os fazem pelo valor que têm no trabalho bem feito e não para o enriquecimento pessoal. Quando se trabalha no sector publico o que deve vir primeiro é o trabalho em prol das populações.


Pelo que consegui ver na lei (que só fala do PR, governo e deputados) algumas ideias estão lá mas acho que não são bem aplicadas...

Por exemplo por que é que o Presidente da Assembleia ganha mais que o 1º Ministro?
Se um deputado faz parte de alguma comissão tem direito a despesas de representação por ser deputado mais por fazer parte da comissão, não chega só uma parte? As comissões não fazem parte do normal funcionamento da assembleia.
Não sei se recebem sempre as despesas de representação que vai de 20% até 40% a mais do vencimento, e em caso de receberem sempre, se/quando não estão a representar o país ou governo também não devem receber esses valores.



Nuno Gandum

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