Primeiro a Lei, depois algumas ideias...
O principio da lei até é de louvar, como o estado não tem dinheiro e/ou capacidade para tudo, os privados ajudam formando uma parceria, e ficam a partilhar tudo o negocio, que deverá ser sempre do interesse da população, ou seja, de Portugal.
Como qualquer negocio, este também poderá não ter a sucesso pretendido (de imediato ou no seu todo) e como tal poderá ter resultados maus (prejuízos) e aqui também deveria ser repartido pelas partes, o que aparentemente neste tipo de contractos feitos pelos governos não foi acautelado, e assim sendo estes prejuízos ficam sempre a cargo do estado, ou seja, dos contribuintes.
(A minha) Solução:
Acabar ou melhor tentar refazer todos esses contractos e pô-los como seriam de esperar que tivessem, nem que fosse necessário pagar agora multas porque estaríamos a cancelar contractos, é um facto, mas se estamos a pagar na mesma porque essas parcerias são ruinosas, eu acho que depois de umas contas breves e simples veríamos que se calhar ainda estaríamos a poupar alguns euros.
Nuno Gandum
(ideia ainda e sempre em construção)
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