Antes demais até acho que os nossos governantes ganham pouco para o "trabalho" que é governar um país...
(este post está um pouco confuso, com governo e gestores ao molho, mas as ideias é que contam)
Aquilo que não se gasta nuns gasta-se noutros, nos Boys como se chamam normalmente, e que mudam a cada legislação... nunca tem fim, as indemnizações que têm de ser pagas façam ou não bom trabalho, temos de acabar com esta "teta".
Os valores dos vencimentos dos órgãos públicos devem estar indexados ao salário mínimo nacional.
Acho
que o salário mais alto devia de ser do Presidente da Republica, seguido
do 1º Ministro e assim sucessivamente no governo e deputados e gestores.
Devia existir um limite máximo para qualquer salário dentro das empresas do estado (e que seja cumprido, ou seja, que passe do papel à luz do dia), até posso admitir que o presidente de qualquer empresa do estado possa ganhar mais mas nunca mais do dobro, mas em algumas empresas que sejam vitais para a soberania de Portugal e bem estar das populações (tais como agua, energia, transportes, estradas e pelo menos 1 banco), e a este vencimento juntar um prémio anual.
O prémio pago no final do ano fiscal, seria sempre por objectivos e sempre ligado aos lucros/resultados que a empresa tivesse no ano passado.
Todos os subsídios e limites de cartões de credito têm de ser contabilizados e não podem passar de uma percentagem do valor do vencimento mensal.
Quando os contractos assinados cessarem e para valores acima, por exemplo, do vencimento do 1º Ministro não devem ser pagas qualquer indemnização.
Todos os "altos" funcionários do estado têm de ser culpabilizados pelas suas politicas e em especial se forem danosas.
Os subsidio pagos aos deputados têm de ser revistos... não se pode pagar "casa" aos deputados que estão fora dos seus círculos eleitorais quando também (e por exemplo) não se paga a casa a um professor quando este tem de ir leccionar fora da seu distrito. Que se compre ou construa um "condomínio" onde todos os deputados que têm de sair das suas casas para exercer os seus deveres políticos na Assembleia da Republica possam viver sem mais gastos desnecessários.
Alguns dirão que assim os "bons" gestores fogem todos para o privado, e a isso eu digo, que aqueles que ficarem são os fazem pelo valor que têm no trabalho bem feito e não para o enriquecimento pessoal. Quando se trabalha no sector publico o que deve vir primeiro é o trabalho em prol das populações.
Pelo que consegui ver na lei (que só fala do PR, governo e deputados) algumas ideias estão lá mas acho que não são bem aplicadas...
Por exemplo por que é que o Presidente da Assembleia ganha mais que o 1º Ministro?
Se um deputado faz parte de alguma comissão tem direito a despesas de representação por ser deputado mais por fazer parte da comissão, não chega só uma parte? As comissões não fazem parte do normal funcionamento da assembleia.
Não sei se recebem sempre as despesas de representação que vai de 20% até 40% a mais do vencimento, e em caso de receberem sempre, se/quando não estão a representar o país ou governo também não devem receber esses valores.
Nuno Gandum
Nuno Gandum a 1º Ministro
quinta-feira, abril 26, 2012
terça-feira, abril 24, 2012
Ainda sobre a razão entre preço do petróleo e o preço da gasolina
Na minha busca por um site que desse as cotações (nem que fosse o preço recomendado) das diversas gasolinas deparei-me com esta aberração (só posso chamar isto).
Questões frequentes (galp) -> Porque é que quando a cotação do petróleo cai 20% os combustíveis só descem 10%
(O que a galp diz... achei melhor copiar para aqui o texto)
Além
do facto do crude não ser o referencial adequado para analisar o preço
dos combustíveis – mas sim as cotações próprias do gasóleo e da gasolina
– a principal razão prende-se com o facto de a descida ou subida da
cotação se reflectir apenas na parcela do preço relativa ao preço do
produto. Esta, como referido, representa menos de metade do preço final
do gasóleo e pouco mais de um terço do preço total da gasolina. A fatia
relativa ao imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) não se altera com
essa variação das cotações e o mesmo sucede com os custos logísticos.
Numa conta por alto, meramente ilustrativa, imaginemos que num litro de gasolina ao preço de 1,5€, metade do valor é constituído por impostos. Se a parte correspondente ao produto, ou seja, 75 cêntimos, caísse para metade, isso traduzir-se-ia numa descida de 37,5 cêntimos. Ou seja, uma queda de 50% no valor do produto corresponderia uma descida de apenas 25% do preço final.
Resta dizer que na realidade, a componente que depende das cotações internacionais é bastante inferior a 50%, pelo que na realidade, a diferença entre a descida – ou subida – da cotação e o seu efeito no preço final de venda ao público é ainda maior. Este fenómeno, sendo puramente aritmético, tem igual validade nas descidas como nas subidas.
Vamos fazer as contas:
Preço da gasolina 95 = 1.50€
IVA = 23%
ISP = 0,584€ (valor fixo)
Como se pode ver (e eu acho que fiz bem as contas) quando o preço de petróleo cai 20% o preço quase que cai 20% também e tem alguma lógica já que tudo tem por base o valor do petróleo...
Como se calcula?
Ainda vou descascar um pouco mais esta pagina
Nuno Gandum
Questões frequentes (galp) -> Porque é que quando a cotação do petróleo cai 20% os combustíveis só descem 10%
(O que a galp diz... achei melhor copiar para aqui o texto)
Porque é que quando a cotação do petróleo cai 20% os combustíveis só descem 10%?
Numa conta por alto, meramente ilustrativa, imaginemos que num litro de gasolina ao preço de 1,5€, metade do valor é constituído por impostos. Se a parte correspondente ao produto, ou seja, 75 cêntimos, caísse para metade, isso traduzir-se-ia numa descida de 37,5 cêntimos. Ou seja, uma queda de 50% no valor do produto corresponderia uma descida de apenas 25% do preço final.
Resta dizer que na realidade, a componente que depende das cotações internacionais é bastante inferior a 50%, pelo que na realidade, a diferença entre a descida – ou subida – da cotação e o seu efeito no preço final de venda ao público é ainda maior. Este fenómeno, sendo puramente aritmético, tem igual validade nas descidas como nas subidas.
Vamos fazer as contas:
Preço da gasolina 95 = 1.50€
IVA = 23%
ISP = 0,584€ (valor fixo)
| Preço | 1,500 € | ||||||
| ISP | Sem ISP | Custos | |||||
| 0,584 € | 0,916 € | Total do IVA | Resto | Petróleo (50%) | Operação (50%) | ||
| IVA 23% | 0,23 | 0,134 € | 0,211 € | 0,345 € | 0,571 € | 0,286 € | 0,286 € |
| Se Petróleo descer 20% | |||||||
| A partir dos 0,36789€ | 0,228 € | ||||||
| + operacao | 0,286 € | 0,514 € | |||||
| + IVA | 0,23 | 0,632 € | |||||
| + ISP | 0,584 € | 1,216 € | |||||
| Preço bruto - 20% | 1,200 € | ||||||
| Preço bruto - 10% | 1,350 € | ||||||
Como se pode ver (e eu acho que fiz bem as contas) quando o preço de petróleo cai 20% o preço quase que cai 20% também e tem alguma lógica já que tudo tem por base o valor do petróleo...
Como se calcula?
O preço dos combustíveis é formado pela
soma do preço antes de impostos (que inclui o preço da matéria-prima,
custo de refinação, lucro, etc.), mais o Imposto Sobre os Produtos
Petrolíferos (ISP) e o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
O ISP é um valor fixo (0, 584€ para a
gasolina e 0, 366€ para o gasóleo), enquanto o IVA incide sobre o preço
antes de impostos somado pelo próprio ISP.
Enquanto o valor do IVA incluído no preço
final irá aumentar à medida que aumenta o preço do combustível antes de
impostos, o valor do ISP incluído em cada litro de combustível é igual
quer o preço por litro aumente ou diminua. Neste sentido, visto que o
ISP não oscila conforme a variação do preço antes de impostos, o peso
dos impostos (IVA e ISP) nos combustíveis será tanto menor quanto maior
for o preço cobrado ao consumidor final. Pelo contrário, o peso dos
impostos no total do preço cobrado ao consumidor será tanto maior quanto
menor for o preço de venda ao público.
Ainda vou descascar um pouco mais esta pagina
Nuno Gandum
Estudo sobre o preço do petrolio e das gasolinas
Numa tentativa desesperada de tentar perceber como funciona este processo resolvi expor todos os dias os valores do Petróleo, Gasolina 95 e 98 e ainda do Gasóleo nas principais gasolineiras a funcionar em Portugal.
Uma coisa eu reparei e podem verificar vocês mesmos, em nenhum dos sites das 3 gasolineiras que aqui vou mostrar, nem um põe o preço no respectivo site, porque será???
Galp, BP e Repsol
Os dados são retirados de vários sites porque os próprios fornecem os preços...
Nuno Gandum
Uma coisa eu reparei e podem verificar vocês mesmos, em nenhum dos sites das 3 gasolineiras que aqui vou mostrar, nem um põe o preço no respectivo site, porque será???
Galp, BP e Repsol
| Mercado do brent | Marca | ||||||||
| Data | Ultima cotação | Abertura | Mais alto | Mais baixo | |||||
| 24.04 2012 |
118.45 | 118.69 | 118.94 | 117.22 | |
1.744 | 1.899 | 1.499 | 1.599 |
|
1.769 | 1.899 | 1.499 | 1.579 | |||||
|
1.769 | 1.912 | 1.499 | 1.574 | |||||
| 25.04 2012 |
119.17 | 118.36 | 119.24 | 117.53 | |
1.743 | 1.885 | 1.499 | 1.599 |
|
1.759 | 1.899 | 1.499 | 1.589 | |||||
|
1.744 | 1.887 | 1.499 | 1.574 | |||||
Os dados são retirados de vários sites porque os próprios fornecem os preços...
Nuno Gandum
Parcerias Publico Privados
Primeiro a Lei, depois algumas ideias...
O principio da lei até é de louvar, como o estado não tem dinheiro e/ou capacidade para tudo, os privados ajudam formando uma parceria, e ficam a partilhar tudo o negocio, que deverá ser sempre do interesse da população, ou seja, de Portugal.
Como qualquer negocio, este também poderá não ter a sucesso pretendido (de imediato ou no seu todo) e como tal poderá ter resultados maus (prejuízos) e aqui também deveria ser repartido pelas partes, o que aparentemente neste tipo de contractos feitos pelos governos não foi acautelado, e assim sendo estes prejuízos ficam sempre a cargo do estado, ou seja, dos contribuintes.
(A minha) Solução:
Acabar ou melhor tentar refazer todos esses contractos e pô-los como seriam de esperar que tivessem, nem que fosse necessário pagar agora multas porque estaríamos a cancelar contractos, é um facto, mas se estamos a pagar na mesma porque essas parcerias são ruinosas, eu acho que depois de umas contas breves e simples veríamos que se calhar ainda estaríamos a poupar alguns euros.
Nuno Gandum
(ideia ainda e sempre em construção)
O principio da lei até é de louvar, como o estado não tem dinheiro e/ou capacidade para tudo, os privados ajudam formando uma parceria, e ficam a partilhar tudo o negocio, que deverá ser sempre do interesse da população, ou seja, de Portugal.
Como qualquer negocio, este também poderá não ter a sucesso pretendido (de imediato ou no seu todo) e como tal poderá ter resultados maus (prejuízos) e aqui também deveria ser repartido pelas partes, o que aparentemente neste tipo de contractos feitos pelos governos não foi acautelado, e assim sendo estes prejuízos ficam sempre a cargo do estado, ou seja, dos contribuintes.
(A minha) Solução:
Acabar ou melhor tentar refazer todos esses contractos e pô-los como seriam de esperar que tivessem, nem que fosse necessário pagar agora multas porque estaríamos a cancelar contractos, é um facto, mas se estamos a pagar na mesma porque essas parcerias são ruinosas, eu acho que depois de umas contas breves e simples veríamos que se calhar ainda estaríamos a poupar alguns euros.
Nuno Gandum
(ideia ainda e sempre em construção)
Apresentação
Chamo-me Nuno Gandum, tenho 38 anos e nasci em Alhos Vedros (Moita, Setúbal, Portugal).
Trabalho como Consultor de Informática numa empresa Portuguesa de capitais estrangeiros, não tenho filiação em nenhum partido politico mas tenho ideias um pouco mais para a esquerda (assim acho eu) e este vai ser o espaço onde vou "lançar" a minha candidatura às eleições de 2015 (se não forem antes).
Nuno Gandum
Trabalho como Consultor de Informática numa empresa Portuguesa de capitais estrangeiros, não tenho filiação em nenhum partido politico mas tenho ideias um pouco mais para a esquerda (assim acho eu) e este vai ser o espaço onde vou "lançar" a minha candidatura às eleições de 2015 (se não forem antes).
Nuno Gandum
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